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Moreira negocia no Ministério da Agricultura exportação de carne suína para o México
‚Äč‚Äč‚Äčfoto1Brasília (Publicado em 29/10/2018) - ‚ÄčO governador Eduardo Pinho Moreira deu sequência, no dia 19 de junho, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília, às negociações de exportação de carne suína para o México. De acordo com Moreira, o Estado está formando junto com os representantes das agroindústrias catarinenses nas últimas semanas uma missão oficial no país na segunda quinzena de agosto.
“A abertura deste mercado é importante para a nossa economia, pois impactará expressivamente a agroindústria do Estado. O México é um país altamente populoso e esta exportação vai abrir um mercado valioso para Santa Catarina”, comenta.

O Estado já tem uma sólida relação comercial com o México no fornecimento de carne de frango, sendo que a exportação de carne suína representa mais um mercado exclusivo do agronegócio catarinense, como já ocorre com o Japão e a Correia do Sul, resultado do status sanitário diferenciado. De acordo com o secretário executivo da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, o mercado internacional passou a ser uma das prioridades do ministério após a mudança da gestão do Governo Federal.

“Visitamos neste período mais de 40 países de alto nível. Atualmente, o Brasil está em outro patamar, começou a ser visto de forma diferenciada e o México está no nosso radar de exploração. Portanto, daremos todo o apoio que o Estado necessitar”, destaca. O secretário reforçou ainda que irá analisar junto a sua equipe técnica como auxiliará o Estado na missão oficial ao país, que passa por uma transição de troca de governo.

jefm0203SC livre de febre aftosa

No encontro, Moreira ainda defendeu a posição de Santa Catarina em relação ao Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). Santa Catarina se mantém como uma zona separada das outras federações que buscam a certificação internacional. Isso ocorre porque Santa Catarina já tem o reconhecimento da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) desde 2007.

O Ministério da Agricultura quer que todos os estados brasileiros tenham o mesmo status até 2023 e Santa Catarina se manterá como uma zona exclusiva. Isso garante, por exemplo, que em caso de ocorrência de febre aftosa em outro Estado, Santa Catarina continue livre da doença e autorizada a exportar porque será considerada uma zona separada do restante do país.

De acordo com o diretor do departamento de saúde animal e delegado do Brasil da OIE, Guilherme Marques, Santa Catarina é uma demonstração clara de investimento, prevenção e compromisso para conquistar o patamar alcançado. “Santa Catarina no que diz respeito à OIE tem um status de certificação único, se diferencia dos demais Estados e precisa estar na discussão com as demais federações que ainda não estão livres da doença sem vacinação”, frisa.

dsc_0503Corredor do milho

No Palácio do Planalto, Moreira também ressaltou a importância das melhorias na estrutura da Dionísio Cerqueira com o ministro da Casa Civil, Elisei Padilha. O local enfrenta grandes dificuldades para suprir a demanda existente, como filas de caminhões que ultrapassam uma semana de espera. 

“Reforcei que a Receita Federal na aduana seja terceirizada, pois não há auditores suficientes para dar vazão a demanda. Este modelo já ocorre com aduanas de outros municípios. Além disso, reforcei com o ministro melhorias na fiscalização do Ministério Agricultura”, destaca.

Estas melhorias essenciais na fronteira seca do Estado também foram tratadas no Ministério da Agricultura, pois Santa Catarina tem uma proposta de trazer o milho do Paraguai e da Argentina, através do corredor do milho, entrando no Estado por Dionísio Cerqueira. Com este corredor, o local receberia mais 150 caminhões todos os dias, condição que a estrutura atual não comporta.

O projeto consiste em buscar no Paraguai o milho para abastecer a imensa cadeia produtiva da avicultura e da suinocultura industrial catarinense. De acordo com Moreira, o milho que chega ao Estado atualmente vem do Centro-Oeste, ou seja, percorre um trecho de 2 mil quilômetros, o que encarece o produto que é essencial para o agronegócio catarinense.
 
Douglas Saviato (SC 2662 JP)
 
Jornalista - Secretaria de Articulação Nacional
 
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